quarta-feira, 23 de maio de 2012

Por ser assim, tão diferente.


Eu sei que tenho deixado o blog  bastante um pouco desatualizado, mas é com grande alegria que venho anunciar que as férias estão chegando e vai dar tempo de colocar tudo isso aqui em dia! UHUL!
Mas hoje, especificamente, eu vim escrever sobre uma coisa especial, aproveitando que é um dia também especial.
Desde crianças, assistindo a filmes, propagandas, lendo livros, ouvindo música e até mesmo vendo casais nas ruas, sonhamos com uma coisa linda. Ficamos imaginando, pensando como será quando encontrarmos nossa "alma gêmea". Nós, principalmente as mulheres, sonhamos com a metade da laranja e suspiramos ao ouvir a palavra amor.
Eis que vim aqui falar que o amor é mesmo uma coisa linda.
Eu diria mais que linda.
Porém, não estou aqui para ficar falando sobre o quão perfeito é esse sentimento, simplesmente porque não é.
Quando encontramos nossa tão sonhada tampa da panela, nossa cara metade, não podemos esquecer que estamos lidando com uma outra pessoa, e espera-se que a palavra "outra" nos faça perceber que trata-se alguém diferente. (Significado de diferente: que apresenta diferença,que não é igual).
É exatamente aí que quero chegar. Pra mim, a coisa mais linda, e que faz do amor mais interessante, é justamente essa diferença que muita gente boa por aí tem esquecido ou simplesmente ignorado. Sim, ignorado, porque cada vez mais, aqueles casais que colocamos a maior fé, e acreditamos serem feitos um para o outro, estão se separando, por não aceitarem serem pessoas com opiniões diversas, gostos divergentes, e principalmente: bagagem e experiências distintas.
Fico me perguntando qual seria a graça de namorar alguém igual a mim, que gostasse exatamente das mesmas coisas e do mesmo jeito que eu. A resposta é que não haveria graça nenhuma, afinal, que atire a primeira pedra aquele que gosta de previsibilidade. Quem é que não gosta de ser pego de surpresa, e que quando menos se espera acontece algo fora do planejamento e que muda tudo pra melhor?
O bom da vida é estar aberto a novas experiências, enxergar além do óbvio, e aceitar que as diferenças existem! E ainda bem que elas estão aí, pra fazer de cada um, uma pessoa única, com coisas diferentes e formas inusitadas de ver o mundo ao nosso redor! 
As pessoas devem se somar.
Pouco importa se fulano gosta de ciclano, ou de beltrana, desse ou daquele jeito: amor é amor em todas as suas maneiras, formas, sexo, costumes, posições, lugares, e o escambal!  Devemos aprender com o outro, e deixar que  sejamos mudados, apresentados a outras perspectivas, e acrescentar bagagens novas a nossas histórias de vida. 
Tem muita gente frustrada por aí, reclamando que não tem ninguém, e que não há quem combine com sua personalidade, e blá blá blá. Mas se será que essa gente já parou pra pensar que se olhar além do óbvio, pode haver muita tampa sem panela interessante pra se conhecer por aí? É só uma questão de se abrir a cabeça para aceitar que a diferença pode ser muito mais legal.
Assim, hoje, eu quero agradecer a você, que me ensinou que comida com pimenta fica mais gostoso, que Ponto de Equilíbrio é uma banda muito legal, que cigarro é uma coisa desnecessária, que uva é uma fruta absolutamente saborosa,  que minha opinião não é única no mundo e todas as outras coisa que você tem me ensinado, me ajudando a crescer, e a aprender que tudo pode mudar pra melhor, quando o meu "tudo" é acrescentado pelo seu. 
Eu quero agradecer por você ser diferente de mim, me completar e me mostrar que desse jeito é muito mais bonito.

Eu não disse que o amor é uma coisa linda?
xx

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

"Lá na frente"

Existem muitas coisas que não são fáceis.
Mas há duas especificamente, que não são fáceis de jeito nenhum: ter vinte e poucos anos e ser universitário.

Se você vive essa situação ou algo parecido, com certeza sabe do que estou falando. 
São tantas dúvidas que acabamos ficando perdidos no meio de tantas possibilidades... e tais possibilidades, ao invés de nos guiar, parecem fazer uma confusão sem fim na nossa cabeça! 
A sensação é de estar sentada no chão rodeada de figuras misturadas, e ter que escolher só uma, ou duas. Sabe quando não se tem nem idéia de onde começar? Pois é bem assim.

Mas de nada adianta eu ficar aqui filosofando e tentando explicar esse emaranhado embaralhado que nos acomete, né?

O fato é que uma hora ou outra você se sente totalmente leigo, inocente e até meio burro, falando curta e grossamente. Parece cair a ficha de que precisamos correr mais atrás e que só a faculdade não nos garante um bom emprego, e por que não dizer, um bom futuro: aquele desconhecido que quando não pensamos nele, parece estar alí lindo e sorrindo, mas que não é bem assim, né? 
O que acontece, é que quando tentamos enxergar lá na frente, bate um medo e uma angústia tão grande, que gera enorme desespero. 
A verdade é que quando nos deparamos com essa situação, dá uma vontade de sair correndo atrás de tudo de uma vez só, com um afobamento sem igual. Cursos e mais cursos, workshops, estágios...

A questão é: como e qual deve ser o primeiro passo?

Primeiramente temos mesmo que impossível difícil, nos acalmar. Não dá pra sair fazendo tudo junto, uma coisa por cima da outra, como se o curso fosse acabar amanhã. Até porque, meu amigo, se seu curso acaba amanhã, está permitido se desesperar e querer fazertudodeumavezsó. 
Depois que estivermos calmos, temos que conversar com pessoas da nossa área (mesmo se eles o fizerem se sentir leigo, inocente e meio burro), com nossos colegas, e compartilhar nossos medos, inseguranças, angústias e é claro, nossa perspectiva e nossas idéias.
É tempo de correr atrás do que não foi aproveitado devidamente, e principalmente, aproveitar o que nos é oferecido dentro e fora da faculdade. Procurar cursos de capacitação, especialização, e coisas que enriqueçam nossos currículos, é totalmente válido! Pesquisar, ler, conhecer e visitar possíveis ambientes de trabalho futuros, demonstrando interesse (e realmente tendo), também são passos importantes e esclarecedores. Porque cá entre nós, o que mais queremos agora é um pouco de esclarecimento, né?! E de nada adianta ficar tentando enxergar lá na frente, e não fazer nada a respeito, para realmente chegar lá.

Bom.... tendo dito isso, espero pessoalmente ter ficado menos aflita e mais segura. E espero ter ajudado alguém também!

Ah... e por último mas não menos importante, conhecimentos de ferramentas são menos da metade do que importa para sermos bons profissionais com bons  futuros: o que mais vale é o conhecimento de fora, as experiências adquiridas ao longo da vida, e sabedoria para utilizá-las a nosso favor. E bagagem extra de disposição, determinação e foco, é claro!


Então é isso!
Até a próxima, e boa sorte pra gente!


PS.: Inspirada em uma conversa com pessoas muito importantes e especiais.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mais e outra vez.

Eu acho tão engraçada essa barreira que automaticamente a gente, que já sofreu por amor, cria quando se começa a gostar de outra pessoa. Na verdade, eu, mera mortal, sou incapaz de entender. Sentimos uma angústia sem igual, um medo, uma vontade de largar e jogar tudo pro alto antes que seja tarde demais.
Sim, antes que seja tarde, porque só nós sabemos, o quanto dói, uma dor de amor. Aquela que revira tudo por dentro, nos tira de órbita, e faz desabar tudo que um dia foi o mais lindo e verdadeiro sentimento que já nos existiu. Tudo vira de cabeça pra baixo, e não sabemos nem onde apoiar, para conseguir levantar de novo.
Os amigos, dizem que isso passa, e sem conseguir aliviar nosso desespero, dizem que o tempo cura tudo, mas não, eu não acredito nessa bobagem que inventaram. Ou talvez esse Senhor Tempo tenha alguma coisa contra nós. A idéia é até boa, pra nos motivar e nos fazer enxergar aquela luz no fim do túnel que tanto buscamos. Por hora, achamos que a encontramos e... estamos salvos! Chegamos até a sentir a liberdade, a sensação do que talvez, possamos chamar de “cura”. Aí vem a loucura, a felicidade, e conseguimos enxergar que realmente, ficar sozinho é a melhor coisa do mundo! Cantamos o hino do “sexo, drogas e rock’n roll”! YEAH!
Mas aí, quando menos esperamos, chega alguém, que nunca sabemos de onde surgiu, e faz uma reviravolta em tudo que mais uma vez, tão seguramente, havíamos acreditado ser a melhor saída. No início, levamos tudo na boa, pois, nos julgamos espertos o bastante, pra não cair nessa de novo. “Cilada Bino!”. Cilada mesmo, porque, quando nos damos conta, estamos lá, mais uma vez, nos entregando... Aí é que recobramos a consciência, que por algum motivo inexplicável, parece sumir no meio de tanto sentimento. Depois disso, vem o medo, a vontade de gritar, e até uma raiva de termos deixado , o que tão desesperada e repetidamente, prometemos pra nós mesmos, não aconteceria de novo . Não se sabe se fica, ou se vai embora. Se espera, ou se larga tudo.
E tentando nos manter firmes, de novo, e mais uma vez, desesperada e repetidamente, dizemos “pés no chão... pés no chão...”. Esses pés, “sem vergonha” que várias vezes surpreendemos nos levando a dimensões já conhecidas, e totalmente encantadoras, nos fazendo sentir o mais lindo e verdadeiro sentimento, que conhecidamente, mas diferente, já nos existiu.
Mas acho que é assim mesmo que deve ser. Somos meio burros quando se trata de sentimentos. Estamos sempre prontos pra mais e outra vez.
E eu, mera mortal, vou sempre acreditar que “dessa vez vai ser diferente.”

terça-feira, 5 de julho de 2011

Viva a diversidade!

Olá pessoas!
Depois de dois anos, eis que resolvo voltar a escrever aqui. O motivo pelo qual parei, são vários, e nem devo me lembrar de todos. Porém, há alguns dias, tenho sentido falta de escrever, colocar minhas idéias e opiniões em algum lugar. Me expressar mesmo, sabe?
Muita coisa acoteceu durante esse tempo, muita mesmo, que fizeram uma reviravolta na minha vida. Com isso, aumentaram meus questionamentos, mudaram minhas concepções sobre vários assuntos, e cresceram idéias na minha cabeça.

Bom, vamos ao que interessa.

Na semana passada, eu estava conversando com a minha mãe, e reparei a diversidade de pensamentos que tenho, e muitas pessoas também. O que me chamou a atenção, é como são completamente diferentes uns dos outros e muitas vezes, opostos.
E aí, entra em um assunto que eu já retratei mais ou menos aqui no blog, naquela época em que eu ainda era presente. :D * http://jufegu.blogspot.com/2009/09/estilo.html*
A mania que as pessoas têm de se definir ainda me incomoda profundamente, e talvez agora, mais que antes.
Na verdade, não há problema nenhum, em alguém se dizer isso ou aquilo, o preblema está, quando surge um preconceito, e até mesmo pré conceitos. Por exemplo, se o Joãzinho é metaleiro, tudo o que não for desse estilo ou de qualquer outro que não seja de seu agrado, é classificado como ruim, errado, e passa a ser criticado e discriminado.
Usei esse exemplo bobo, mas que consegue passar a idéia que quero retratar.
Muita gente, por não concordar ou não gostar de certas coisas, que nem dizem respeito à elas, fazem críticas preconceituosas, ofendem, e julgam as outras pessoas. Um ponto importante da frase anterior, está em "que nem dizem respeito à elas". Isso mesmo. Na maioria das vezes, esses "Joãozinhos" não tem nada a ver com quem é pagodeiro, axezeiro, emo, ou o que quer que seja, e mesmo assim ficam fazendo ofensas, falando que é errado, e até tentando convencer os outros, de que sua opinião é a melhor. Isso é ser alienado.
Acho válido que as diversas opiniões sejam apresentadas e muitas vezes acatadas por gente que não as conhecia antes e as acharam interessantes. Mas isso, tem que ser algo espontâneo, de vontade própria, e não imposta! Devemos ser flexíveis e respeitar os gostos, opiniões, e jeitos alheios.
E aliás, podemos ser de váááários jeitos diferentes, e isso não é errado. Qual o problema em gostar de metal, pagode, axé e emocore? Não acho interessante se definir alguma coisa, e fechar as portas para outras idéias e oportunidades. As experiências são válidas e extremamente importantes!

É isso.. Antes de julgar, devemos entender, avaliar e principalmente, aceitar que a diversidade existe, e conviver bem com ela! Não temos o direito de querer transformar, impor nossas opiniões e concepções sobre ninguém! NÃO PODEMOS DEFINIR NOSSOS GOSTOS E IDÉIAS COMO VERDADES ABSOLUTAS!

Ninguém é igual e nem deve ser igual a ninguém.


xx

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Saudades

Ainda bem que o que eu estava sentindo antes passou.
Tava ruim demais. =/

Hoje eu quero falar de outra coisa que eu estou sentindo.
Saudades.
To morrendo de saudade das minha amigas.
Queria ver elas todos os dias de novo.
Tá certo que eu já me formei tem um ano quase, mas to com muita falta agora.
Sentindo falta de chegar no colégio e contar todos os casos, ficar de "castigo" na aula de inglês, pegar e passar cola pra metade da sala, e ainda ficar feliz por isso!
Era a coisa mais engraçada sair mais cedo da aula só pra pegar fichinha da cantina. E ainda furar na maior cara de pau.
To morrendo de saudades de Porto Seguro.
De não me preocupar com nada, a não ser ir pro Axé Moi, almoçar no Korea e ter dinheiro pra beber até o resto da semana.

Tanta coisa está me fazendo falta agora.
Mas uma coisa é certa: não queria voltar no tempo pra reviver nenhuma dessas situações. O que passou ficou na lembrança e contribui para ser o que sou hoje. Se não tivesse sido assim, seria outra Juliana, e não essa, que tem esses pensamentos, essas idéias e essas ambições.
As pessoas precisam parar de querer voltar no passado e mudar o que já acabou, de tentar resgatar alguma coisa que ficou lá atrás.
Mania de querer consertar. Mas consertar o que?
Se alguma coisa aconteceu, é porque era melhor naquele momento e foi o que se decidiu fazer. Querer mudar essas situações, é querer mudar a si próprio, e não aceitar as próprias escolhas.
Acredito que alguém que vive assim se fecha pras oportunidades que passam, simplesmente por estarem presas a algum problema ou lembrança.
Tem tantas possibilidades à nossa volta, e as vezes não enxergamos por estarmos pensando demais em voltar em alguma coisa que já acabou.
O que as pessoas não reparam, é que o que acontece, só depende de nós, e se tal coisa foi assim, foi porque quisemos assim.
Então, vamos parar de fechar os olhos para as coisas óbvias e que poderiam nos fazer felizes, e deixar a vida mostrar as oportunidades e os sinais que ela dá.
Preocupação demais só atrapalha e causa cegueira.

Vamos sentir saudades, e só.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Passou =)

domingo, 11 de outubro de 2009

olha

Dessa vez eu nem demorei né?!

Não tem um motivo específico pra eu estar aqui hoje.
Simplesmente me deu vontade de escrever alguma coisa.
Sabe quando você tem vontade de desistir? Então...
Desistir de tudo. Na verdade é mais uma preguiça do que desistência.
Algo do tipo "cansei". Pois é isso: cansei mesmo.
Cansei de estudar, cansei de ficar em casa, cansei de sair, cansei de beber, cansei de ser brother.
Ah...parece que a vida está simplesmente passando, e fim. E não dá vontade de nada, só de assistir.
Não que eu esteja depressiva e mega triste como está parecendo, só estou cansada.
Podia ter um jeito de descansar, e depois voltar a vida normalmente, igual sempre. Já viu aquela expressão: "vontade de morrer um pouquinho"? É disso que eu estou falando.
E nem é drama tá?
Eu sei que amanhã passa e fica tudo bem. Porque é sempre assim né?!
Ainda bem. Ainda bem que é só dormir que quando acordar vai voltar tudo normal.
Não tem motivo pra estar assim, só não dá pra ficar alegre todos os dias!

Cansei de escrever também.

sábado, 19 de setembro de 2009

Estilo?

Nossa, dessa vez eu exagerei.
Fiquei muito tempo sem vir aqui.
Mas voltei, e isso é o que importa agora.

Vou escrever sobre uma coisa que me incomoda muito: a mania que as pessoas têm de querer definir um estilo próprio.
Não no sentido de princípios, mas de aparência, e por que não dizer, do estilo de vida e estado de espírito.
Concordo que cada um tem o seu jeito de se vestir, que reflete, ou, pelo menos deveria refletir a imagem que cada um tem de si próprio. O problema, porém, é que muita gente faz disso uma necessidade, e ao invés de ser uma coisa saudável vira uma obsessão.
Quem nunca ouviu, ou até mesmo já falou algo do tipo: "mas Fulana não tem estilo próprio, está cada dia de um jeito!" ?
Pois aí é que se encontram os pontos em que eu quero chegar:
-1ª: Que necessidade é essa que temos de ficar avaliando se o outro tem ou não estilo próprio?
-2ª: Por que a Fulana estar cada dia de um jeito significa que ela é anormal?
Acho tudo uma bobagem, pois ninguém é igual todos os dias! Hoje eu estou de bom humor, super de bem com a vida, amanhã, ou até mesmo daqui a dois minutos eu posso estar com um estado de espírito totalmente diferente!
O jeito de se vestir, tem que refletir como você ESTÁ e não como você É.
Tudo bem, podemos até pensar que independente do que aconteça a essência será sempre a mesma, mas não necessariamente!
Qual é a graça de estar igual todos os dias?
Que atire a primeira pedra(eu tentei parar de escrever essa expressão clichê, mas não dá) aquele que está todos os dias exatamente com o mesmo humor de sempre, os mesmo pensamentos e as mesmas idéias!
O que de interessante tem em uma vida linear, sem nada de extraordinário, nada que fuja do padrão?Que graça tem em ser comum? O legal é fazer o inesperado, agir sem se preocupar com o que o outro vai pensar, e se isso parece egoísmo, que seja então! Eu não vejo o menor problema em querer agir pensando em si mesmo, desde que isso que não prejudique ninguém.
Como diz a minha amiga Júlia, por que eu tenho que reprimir meus sentimentos, pensamentos e minhas vontades? E por que eu não posso mudar de idéia quando eu quiser? E as pessoas mudam, por que ficam parecendo vulneráveis?
Flexibilidade é uma coisa importante e muito melhor do que ser irredutível, que pra mim, soa como ignorância. Não deixo de lado os meus princípios, isso é fato, mas aceito totalmente as opiniões de outras pessoas, mesmo que não concorde, até porque o mundo não gira em torno de mim e eu não posso controlar o que se passa com os outros querendo que tudo seja do meu jeito. Ningúem tem essa capacidade!

Vamos fazer tudo diferente, vamos mudar, vamos nos deixar ser mudados, sem medo da opinião do outro!




beijos beijos beijos

domingo, 29 de março de 2009

Juliana fez 18 anos!!!

Sabe aqueles dias em que você tem vontade de jogar tudo pro alto e sair por aí?
Pois é, eu me encontro em um desses momentos. Tudo bem, essa frase foi bem clichê, mas eu não encontrei outra para descrever o dia de hoje.

Há dois dias eu completei 18 anos, curti muito o dia e me diverti horrores, mas desde ontem que não me sinto como imaginava que seria. Entendeu? Não né?
É que eu imaginava que quando completasse a maioridade tudo seria diferente, me sentiria mais velha, responsável...enfim, que me sentiria diferente.
Não que eu esteja triste! Longe disso! Estou muito feliz por sinal, apenas não estou como achei que estaria.

Mas isso já aconteceu antes, sabe? Quando fiz 15 anos, quando fui para o 3º ano do ensino médio e em outras ocasiões que nem cabem aqui.
O fato é: por que criamos tanta expectativa em cima de coisas que nem são tão significativas assim?
Não estou menosprezando nenhum dos acontecimentos acima, mas o que quero dizer, é que as pessoas e a sociedade em geral colocam sobre nós um peso que muitas vezes não existe, e quando percebemos já estamos sofrendo por causa dele.

O que fazer então? Nada! Não há nada que possamos fazer a respeito disso, apenas prometer pra nós mesmos que não seremos atingidos por essa pressão que insistem em fazer sobre nós, e mesmo promentendo tal coisa, ainda corremos grande risco de falhar. E isso acontece porque, no fundo, no fundo gostamos de criar expectativas e planos sobre as coisas.

Não é verdade?
Que atire a primeira pedra aquele que não viaja a noite com a cabeça no travesseiro planejando o dia de amanhã, a próxima festa, ou a conversa que vai ter com determinada pessoa no telefone. E quando as coisas acontecem de fato, sai tudo diferente do esperado?
Então em vez de ficarmos frustrados, porque não aproveitamos para fazer também tudo diferente e melhor do que imaginamos?

É isso que vou fazer agora.

Beijos beijos,
e parabéns pra mim! [1.8] =DD

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Saudade...

Olá pessoas!

Vou aproveitar o final das férias para falar de uma coisa que muitas pessoas, assim como eu devem estar sentindo.
Medo.

Mas não é um medo comum, desses que a gente sente do homem do saco, ou de bruxa quando é criança. É medo do futuro, do que pode acontecer daqui pra frente.

Há pouco tempo atrás éramos adolescentes que sabiam que iam para o colégio depois que as férias acabassem. Comprávamos o nosso material, preparávamos o uniforme e quase não dormíamos esperando o dia seguinte para reencontrar os colegas, conhecer os novos professores e os alunos novatos.

Pois é, essa fase acabou. Mas pior ainda: acabou de acabar, e é isso que me incomoda tanto.
Antes estávamos seguros do que faríamos naquele ano: estudar, e se tudo desse certo, passar de ano.
Mas e agora?
A sensação que tenho, é que estou completamente sozinha com uma escuridão bem na minha frente. Mas o pior de tudo isso é que eu sou obrigada a entrar nessa escuridão, de corpo e alma.
Nos jogaram para o mundo e disseram: "Vai, que agora é com você!"

E a saudade?
Vou sentir saudades do recreio, do grupinho de amigos, do professor brincalhão, do professor chato, dos colegas malas, dos encaminhamentos, das colas super elaboradas nas provas... Enfim, vou sentir falta de tudo, até de quem eu não gostava tanto. Ou não gostava nada.
E nos perguntamos: porque não fizemos amizade com aquelas pessoas antes? Esperamos chegar no último momento para enturmar com alguns colegas! Ex colegas na verdade, né?!
Parece que precisamos sentir que era a última chance para tomar coragem de conversar com eles. E desses, eu vou sentir muitas saudades também.

É isso.
Boa sorte para todos nós, nessa nova fase que está começando agora.
Espero encontrar com todos no futuro.

Abraços!


"Vai, que agora é com vocês!"

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Férias

Olá pessoas!!
Nossa! Demorei mil anos pra voltar aqui né?!
Desculpem, mas eu estava com um pouquinho de preguiça, sabe?
Pois é, férias é assim mesmo. E melhor ainda: é permitido ser assim!
Mas vamos direto ao assunto.

Eu estava vendo um desfile do Fashion Rio na televisão e percebi uma coisa: as modelos não estão mais tão raquíticas e anoréxicas.
Para mim, sabe o que isso significa? Que as pessoas estão começando a se aceitar do jeito que são!

Quem não conhece alguém com complexo do próprio corpo? Aliás, que atire a primeira pedra aquele que nunca teve nenhuma neura nem que seja com o cabelo!
Hoje em dia existem vários recursos para quem se incomoda com alguma coisa em si mesmo. Por exemplo: silicone, lipoaspiração, escova progressiva(que inclui escova de chocolate, morango, champanhe, papaia, marroquina, chantilly ou outras que inventarem) e plástica de tudo quanto é parte do corpo.

Mas sabe o que ainda está faltando? A confiança em si mesmo.

Nunca estamos satisfeitos com nada, seja o cabelo anelado ou liso demais, o quadril largo ou estreito, o peito grande ou pequeno, o peso a mais ou a menos, o pé, a mão, a estria, celulite...
Só que as pessoas não enxergam que o problema está na cabeça delas, e que enquanto não se aceitarem exatamente como são, elas podem fazer o que quiserem que nunca se acharão suficientemente boas.

Pode parecer que acho errado fazer plásticas ou todos os recursos que eu falei anteriormente. Pelo contrário! Apoio totalmente aqueles que querem corrigir algo que incomoda para se sentir mais feliz.
Como por exemplo, a minha amiga Isabella. Ela é linda, e melhor: ela se enxerga assim! Como dizem, ela se acha(no bom sentido da coisa). Porém, achava o peito pequeno. Então colocou silicone, e agora ela se acha mais linda!

Viu a diferença?

Ela já se sentia bem e a cirurgia só serviu pra que se sentisse melhor ainda.
Diferentemente da Isabella, muita pessoas acham que o problema que tem é o fim do mundo e acabam se frustrando quando percebem que continuam se achando feias depois de tudo o que fizeram.

O ponto que quero chegar, é que não adianta ficarmos reclamando de tudo, porque somos desse jeito e pronto! E temos que gostar de nós mesmos assim. E se estamos insatisfeitos com algo que é possível corrigir sem precisar de uma medida radical, precisamos colocar em prática essa solução, seja academia, dieta... Afinal, não vamos acordar com o corpo da Sabrina Sato ou Juliana Paes sem que tenhamos feito nada!
E ainda bem que existem as gordinhas, magrinhas, bundudas, peitutas, baixinhas e altonas! Não íamos gostar se todos os homens fossem Brad Pitts né?! Aliás, com quem iríamos disputar se fossemos todas iguais??

Então é isso...
Espero que tenham gostado e entendido....né amigas complexadas?? =P


Beijos
xxxx

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

ooi pessoal

Olá pessoasss!!

Eu sei que estou meio sumida. Me desculpem (como se muita gente viesse aqui né!?), mas esse final de ano tá meio corrido pra mim... Mentira, não tá nada corrido e eu não tenho feito nada, mas mesmo assim não tenho tido tempo pra vir aqui ok??
Vim só dar um Alô, porque estou sem tempo agora.

Então é isso.
Feliz Natal atrasado e um Ótimo Ano Novo!

Beijo me liga!

xx

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Vestibular

Oi!!
Até que não fiquei muito tempo sem escrever né?!
É porque o assunto que eu estava pensando está muito próximo. Como diz o título: Vestibular.
Domingo é o dia da prova da UFMG, que a maioria de nós, mineiros vamos tentar. Estudamos o ano inteiro, sofremos pressões de todos os lados esperando chegar esse dia que pode ser decisivo nas nossas vidas.
Pois é esse pequeno fato (tá, nem tão pequeno assim), que me aborrece. Por que devemos decidir com 17 ou 18 anos o que vamos fazer pelo resto dos dias?
Eu por exemplo tinha certeza absoluta de que queria publicidade desde a 5ª série. Porém, esse ano tenho todas as dúvidas possíveis sobre o que quero de verdade. Outro exemplo é a minha amiga Camila que gosta de biológicas, se inscreveu em humanas, no meio do ano mudou para biológicas e no final das contas pensa em arquitetura que é exatas. Sabe porque ela fez isso? Porque ela é OBRIGADA a ter um curso definido no final do ano!
O fato é que ela não estava preparada para decidir isso agora, assim como eu e muitas outras pessoas não estão. O colégio pressiona, a família pressiona e até os amigos, com a freqüente pergunta que nos tortura: Você já sabe o que vai tentar no vestibular? O que vou tentar eu sei, mas o que quero, isso eu não faço a menor noção!
Pois bem, cada pessoa tem um tempo para resolver esse assunto. Mas somos forçados a ter isso resolvido até setembro, que é quando terminam as inscrições! Então saímos que nem loucos inscrevendo em qualquer curso(o menos concorrido, é claro), os pais escolhem para alguns...
E se passamos? Vamos fazer o que nem sabemos se queremos? E se no meio descobrirmos que aquilo não tem nada a ver com a gente? E se nos formarmos e nos tornarmos aqueles profissionais mais ou menos e frustrados? EU NÃO QUERO SER MAIS OU MENOS E NEM TER UMA VIDA MAIS OU MENOS!
É fato que nos inscrevemos mesmo sem saber se gostamos para agradar a família ou o colégio. Esses, só nos atrapalham durante o processo devido a pressão que fazem. Dizem que perderemos um ano da nossa vida. Pare e pense: o que é um ano perto de uma vida inteira? NADA!
Pronto. É isso que precisava ser dito. Espero que você goste e tenha certeza do que está tentando. Se não for, não tenha medo de descobrir o que combina com você, porque ainda tem muito tempo.
Boa sorte domingo!!

Beijos!
xxxxxxxxxxx

obs.: eu agora quero fazer jornalismo ao invés de publicidade.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Primeiro!!!

Querido blog,

Brincadeirinhaaa!
Olá pessoas,

Criei esse blog para expressar minhas idéias sobre as coisas, pessoas, fatos...Enfim, tudo o que me der vontade, afinal o blog é meu.
Bom, esse é o segundo blog que faço na minha vida. O primeiro foi em 2003 e eu tinha 12 anos. Ele servia para eu postar fotos e não lembro o que escrevia nele. Porém, como muitas pessoas, eu não me dava bem com certos garotos da minha sala.
Certo dia eles tiveram uma atitude que qualquer menino retardado de 13 anos(eles se descreveram assim esse ano) teria: invadiram o meu blog. E mudaram a minha senha!
Tudo bem, a senha era o telefone da minha casa :)
Hoje eu resolvi voltar a ter um lugar para escrever depois de uma conversa com minha mãe.
Faz falta poder falar o que você pensa sobre o assunto que quiser. E eu tenho muita coisa para falar sobre tudo.
Não pretendo definir a frequência com que vou postar aqui, pois como volto a dizer, o blog é meu.
Tá, estou parecendo grossa e sem educação mas é que não funciono sob(ou sobre?) pressão e quero poder ter a liberdade de fazer o que quiser pelo menos aqui.

No mais é isso, como diria minha amiga Isabella.

Beijos e até um dia desses!
xxxxxxxx